Geração dos Barrigas Cheias [GBC]

A economia de Santa Cruz do Capibaribe ao longo dos tempos criou gerações de todas as tribos: geração desbravadores para todo o Brasil vendendo confecções, empreendedores[as], gente que trabalha todos os dias, gente que faz a hora e não espera acontecer, geração que criou a feira de Caruaru, geração shopping aos domingos, geração dos agiotas e avarentos,  geração de várias culturas dentro de uma mesma cidade, geração de aventureiros e gastadores, geração de profissionais até dentro  dos nossos lares como pais e mães de família,  geração pólo de confecções, mulheres que pegam e que produzem, pequenos e médios comerciantes, empresários, exportadores, ricos, ricaços, sonhadores, emergentes e ultimamente criou a “Geração dos Barrigas Cheias” [GBC].

Quem são as almas da Geração dos Barrigas Cheias?

São 2 ou 3 mil almas que não querem trabalhar no shopping aos domingos por motivos particulares.

Qual a Missão da Geração dos Barrigas Cheias?

Acabar com a feira no shopping aos domingos, logo em janeiro onde todos venderam e vem comprar para repor suas confecções.

Qual a Visão da Geração dos Barrigas Cheias?

Visão não global, individualista e não veem que temos concorrentes nas nossas barbas doidos pelo vacilo nosso, vacilo emocional e não racional como os da Geração dos Barrigas Cheias estão cometendo.

Quais os Valores da Geração dos Barrigas Cheias?

As almas que não querem vender aos domingos no shopping estão desvalorizando e menosprezando os milhares de turistas comerciais conquistados a duras penas ao longo dos tempos e desvalorizando também o pólo.

Quem tem que mudar, a Geração dos Barrigas Cheias ou a feira aos domingos?  

Feiras no estilo que é em Santa Cruz não se muda por imposição, quem tem que mudar e se adaptar somos nós, quem quiser vender no shopping aos domingos vai, quem não quiser não vai. Como é que queremos mais dias de feiras e estamos eliminando o dia de mais movimento de turista?

O que a Geração dos Barrigas Cheias vão mudar na economia Globalizada?

Vão mudar a lei universal que move a economia do mundo que é a lei da procura [compradores] e da oferta [vendedores], temos a procura, temos a mercadoria, mas a Geração dos Barrigas Cheias não querem vender aos domingos, isto é, tem a procura [sacoleiros [as]], tem a oferta [mercadoria], tem os pontos comerciais mas não querem vender no shopping aos domingos por puro comodismo. A quem a feira aos domingos dá prejuízo financeiro? O melhor dia para se vender aos sacoleiros é o domingo, pois, a cidade está vazia e o shopping pode receber carros e mais carros de turistas comerciais de todo o Brasil e exterior.

Em termos financeiros quanto a Geração dos Barrigas Cheias estão renunciando?

Em uma conta superficial a renuncia é de aproximadamente 6 milhões de reais por semana o que dá uns 300 milhões de reais por ano que deixa de ser faturado com a ausência dos sacoleiros aos domingos consumindo a única mercadoria que produzimos, a confecção. Quem garante que os sacoleiros dos domingos nos vêm outros dias? Talvez esses 300 milhões por ano seja o que faz a diferença na circulação de dinheiro na cidade para investimentos particulares extras como: educação, saúde, prestações, pagamentos de planos de saúde, combustíveis, viagens, terrenos, segurança particular, um presentinho aqui, outro presentinho acolá, uma cerva gelada que ninguém é de ferro e um dinheirinho a mais para as costureiras e costureiros e todo pessoal envolvido na confecção.

Onde e como a Geração dos Barrigas Cheias serão reconhecidos? 

Serão reconhecidos no mundo todo como a Geração dos Barrigas Cheias e os bolsos vazios, levando consigo outros comerciantes que não tem nada haver com comodismo, preguiça, falta de visão ou coisas parecidas, numa cidade de 100 mil habitantes, aos domingos se 30 mil vão para o shopping ainda ficam em suas casa para fazerem o que quiserem 70 mil almas, que aos domingos podem se revezarem em suas obrigações caseiras e se divertirem como seres humanos que somos.

Em termos de Marketing como a Geração dos Barrigas Cheias serão reconhecidos?

Serão reconhecidos como a Geração que gastou milhões de reais convidando os compradores para vir ao shopping aos domingos e agora gastar para avisar aos mesmos que não precisão deles aos domingos e por tabela em outros dias também.

Se a intenção da Geração dos Barriga Cheia é criar uma feira aos domingos em outros locais de Santa Cruz ou em outros municípios vizinhos a oportunidade é agora: Atenção calçadão, Mart Moda, Alcantil, Caruaru, Jataúba, Surubim, Pão de Açúcar, São Domingos, Vertentes, Lages, Fortaleza e outro que estão de olhos em nossos erros comerciais, a chance de vocês é agora, por favor não deixem passar essa oportunidade, até o centro da cidade pode recomeçar uma feira aos domingos recomeçando tudo de novo.

Todos os 5.570 municípios brasileiros querem ter pelo menos um shopping funcionando aos domingos com engarrafamentos de até 60km para realizarem compras nos mesmos, nós  temos, mais a Geração dos Barrigas Cheias santa-cruzenses e intermunicipais não querem. Onde estão as autoridades constituídas do município que não estão vendo isto? Quando enxergarem será tarde de mais.

Não funcionar o shopping aos domingos é o começo da morte econômica de Santa Cruz, pois, cada comprador é um consumidor ou um vendedor diariamente lá fora a mais para mover a nossa única economia aqui diariamente, semanalmente, mensalmente, anualmente.

Só tem uma coisa mais grave do que fecharmos o shopping aos domingos, é se Dilma baixar um decreto para andarmos todo mundo pelados e só a Geração dos Barrigas Cheias vestidos para sabermos quem são.

Não emitir notas fiscais para os[as] sacoleiros[as], é a morte legal do shopping aos domingos.

Não arranjar mais estacionamentos no antigo lixão aos domingos, é a UTI da morte física do shopping.

Pela primeira vez em Santa Cruz do Capibaribe teremos passeatas dos compradores que só podem vir fazer compras aos domingos que são milhares, e passeatas dos que querem trabalhar [vender aos domingos] e não podem. Ver o comprador com dinheiro no bolso, cartão de credito, cheques, etc., e não poder vender é no mínimo fantástico.

Do jeito que a coisa vai poderão surgir outras Gerações de Barrigas Cheias? Sim, os Barrigas Cheias que não querem aeroporto porque faz barulho, geração dos que não querem duplicação porque foi na época de fulano ou beltrano, geração dos que não querem água do São Francisco porque o rio pode secar, geração dos que não querem reportagens na globo, revistas, jornais, geração dos que não querem hospitais, segurança, melhorias em geral porque enquanto pior melhor ou melhor pior.

A GBC [Geração dos Barrigas Cheias] pode também ser traduzida como: Grande Burrice Comercial. Tem Barriga Cheia que já está prevendo o grande erro e já está falando em abrir aos domingos nos meses de maio, junho, outubro, novembro e dezembro, se é assim porque não deixa do jeito que tá, brincar de sobrevivência financeira o poço pode ir secando aos poucos e depois poderá ser tarde demais.

Geração que não quer dinheiro agora poderá contaminar a formação de outras gerações futuras para pior. Se a cidade parar de crescer por causa da atitude da Geração dos Barrigas Cheias para que mais água, saúde, educação, blogs, comunicação, duplicação, feiras aos domingos, aeroportos, rodoviária, segurança, faculdades, canal de televisão, Ypiranga, banda musical, mototaxistas, toyoteiros, construções e mais construções,  etc., etc.

Depois duma renuncia dessas por reais o Henry Ford deve estar se mexendo na cova, todos os economistas da face da terra estão com seus conceitos e teorias sobre procura e oferta de produtos, mercadorias e serviços errados e o nosso amigo Chiavenato e seus colegas da administração de empresas tem que reescreverem todos os seus livros e artigos já escritos até hoje. A contagem regressiva amigos leitores para o inicio do desmonte econômico da Cidade de Santa Cruz do Capibaribe tem data e hora  marcadas, 5 de janeiro de 2014 durante 24 horas.

O enterro do maior shopping de confecções a preços populares do Brasil aos domingos é o maior erro econômico e histórico que a cidade de Santa Cruz do Capibaribe pode cometer desde a sua fundação – 29 de dezembro de 1953, até o dia do seu velório final aos domingos - 5 de janeiro de 2014, com certeza não é um bom presente de 60 anos de existência de nossa cidade.

Esperamos que a Geração dos Barrigas Cheias mudem de ideia o quanto antes e que essa geração não emplaque suas ideias em 2014, em outra reunião determinar que perdão foi feito para a gente pedir e que deus tenha piedade de nós. Um próspero ano novo para todos, independentes das barrigas e das gerações.


Por José Lopes Feitosa – Zé Preto. Administrador de Empresas – UNOPAR.

Por Emanoel Glicério |

5 comentários:

  1. CT Santa Cruz disse...:

    Concorde plenamente com José Lopes Feitosa. O pior é que os condôminos querem pagar pra ver. Talvez quando o prejuizo aparecer seja muito tarde pra voltar atrás.

  1. Anônimo disse...:

    Nunca vi tanta asneira num único texto!

  1. Anônimo disse...:

    será que este ze preto ja vendeu confecçao alguma vez na vida? será que este ze preto foi fazer uma pesquisa com clientes que fazem mais de trinta anos que nos compram? será que este ze preto fez reunioes e pesquisas com guias de excurçoes?

  1. Anônimo disse...:

    O Moda Center Santa Cruz NÂO È um SHOPPING, é centro de compras atacadista, não varegista.

  1. JAIRO FRANÇA MONTEIRO disse...:

    CARO ZÉ PRETO, SE ASSIM MIM PERMITE CHAMAR.
    CONCORDO PLENAMENTE COM A SUA OBSERVAÇÃO, NO MEU INTENDER NOSSO POLO DEVERIA SER ABERTO A SEMANA TODA.
    HAJA VISTA COMO VOCÊ BEM FRISOU, EXISTE A FÓRMULA DE REVESAR OS VENDEDORES E OS PRÓPRIOS CONFECCIONISTA.
    TEMOS SIM QUE FAZER UM ALERTA COMO ESSE PARA QUE NÃO SE VENHA TER UM PREJUÍZO NA ECONOMIA DA NOSSA CIDADE E VOU MAIS ALÉM A SOBREVIVÊNCIA DA NOSSA CIDADE.
    NÃO VOU ME ESTENDER MAIS PORQUE VOCÊ JÁ DISSE TUDO QUE PRECISAVA.
    ABRAÇO

    JAIRO FRANÇA
    81-9607-9054